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Quais são os planos de idosos depois da aposentadoria

Reportagem por Caetano Camargo, Indira Efel, Gabriela Miranda e Mariana Oreiro 

Experiência. Quando o assunto é mercado de trabalho esse é um conceito que vale tanto para os jovens quanto para os que estão próximos da aposentadoria. Os primeiros ainda não têm, e os outros têm de sobra. Mas isso nem sempre é o que conta para os empregadores. Segundo o membro do Conselho Federal de Economia, Newton Marques, o mercado de trabalho encara a situação de outro jeito: dá mais prioridade para a produtividade em ritmo acelerado do que para o conhecimento, que por vezes não traz tanto retorno para as empresas privadas. Com o envelhecimento da população brasileira, cada vez maior desde 2000, essa evolução da absorção de pessoas com mais experiência pelo mercado de trabalho pode muito bem crescer.

No Centro-Oeste, a população de idosos teve um crescimento, passando de 3,3% em 1991, para 4,3% em 2000 e 5,8% em 2010. Ao observar o comportamento da sociedade é possível analisar, de acordo com matéria publicada na Veja (Ed. 2218, de 25 de maio) intitulada “Vovô está on-line”, que a ideia recente de um idoso de óculos e bengala na mão vem deixando de ser regra. Continuar Lendo »

Espetáculos de humor vendem mais e garantem bom público

O teatro, que começou no Brasil como uma forma de propagação da fé, agora é dominado por apresentações de comédia. Na capital do país as peças de humor tomam conta dos palcos da cidade e ganham cada vez mais a atenção do público. E, assim, cada novo grupo de teatro que surgem na cidade começa a integrar piadas e tiradas inteligentes em seus roteiros. Continuar Lendo »

Pane no sistema

Paciente e profissionais relatam as condições e a importância de um tratamento adequado da saúde mental no sistema público

Reportagem por Gabriela Sobral e Mariana Oreiro

José Alves é uma pessoa com um nome comum, no entanto o portador se diferencia de muitos Zés. Com 46 anos de idade, há 11 ele está em tratamento contínuo contra a esquizofrenia e outros distúrbios psicológicos, como a depressão, a ansiedade e a epilepsia. O quadro descrito poderia remeter a imagem de alguém triste e desestruturado, mas o sorriso e a desenvoltura comunicativa de José desconstroem qualquer estereótipo do que se conhece como “louco”.

Desde a infância José vive no limiar do que consideramos “normal”. Os ataques de epilepsia apareceram logo aos sete anos e depois, na juventude, os desmaios já eram um indício da esquizofrenia, agravada na fase adulta. Ainda no interior do Ceará, o atendimento médico só era possível se ele pegasse o jegue e viajasse por uma semana pela paisagem sertaneja.

Ele faz parte de 1% da população brasileira, cerca de 1,8 milhão de portadores da esquizofrenia, uma doença que não tem cura, já que é morfológica, ou seja, altera diretamente a estrutura física do cérebro, e não apenas o comportamento da pessoa. Zé, como é conhecido, recebe atendimento no Hospital São Vicente de Paula, uma das unidades psiquiátricas existentes no Distrito Federal (DF). No local, os pacientes recebem apoio de uma equipe composta por terapeutas, psicólogos, psiquiatras, nutricionistas e assistentes sociais. Continuar Lendo »

Os frequentadores vão aos salões de beleza para se cuidar, mas não perdem a oportunidade de trocar informação alheia

O primeiro pensamento que vem a cabeça quando se fala em salão de beleza é a imagem de várias mulheres conversando enquanto fazem as unhas e cuidam do cabelo.  Com a sociedade machista e idealizadora de uma mulher perfeita de anos atrás, elas passaram a frequentar semanalmente os salões de beleza e como tinham que ficar horas lá, transformaram o ambiente em um grande ponto de encontro social. Atualmente a sociedade pode até não exigir mais as mesmas coisas, mas o hábito das mulheres pelo cuidado e por se manter bonita não mudou. E tampouco a necessidade de desabafar sobre os próprios problemas e querer saber tudo da vida alheia, o que resulta na popular frase que “mulher vai ao salão é para fofocar”. Continuar Lendo »

Faculdades investem em programas paralelos para capacitar melhor o aluno

A formação de um bom profissional não é mais definida apenas pela qualidade da grade curricular da faculdade.  Sair do ensino superior com conhecimento prático e experiência profissional está sendo cada vez mais exigido pelo mercado e adotado nas instituições em ensino. As faculdades têm investido em atividades extracurriculares que mostrem ao aluno como será o mercado de trabalho e em que setores específicos ele poderá atuar. Em cursos como os da área de exatas, os projetos paralelos ocorrem com frequência nas faculdades de Brasília e ajudam no desenvolvimento dos alunos. Continuar Lendo »

Instituições públicas e privadas ainda não comportam estruturas necessárias para receber o aluno 

O acesso ao sistema público de educação brasileiro é tarefa que exige persistência, muito estudo, paciência e até um pouco de sorte do futuro estudante. Quando o aluno em busca de uma vaga para fazer o ensino superior é deficiente visual, os obstáculos conseguem ser ainda maiores. A burocracia da parte do governo, a falta de preparo da faculdade e o remanescente preconceito da sociedade colaboram para que o deficiente visual não insista em tentar cursar a universidade. Continuar Lendo »

Uma das vias mais importantes da cidade perdeu clientes, empresários e o interesse do governo

Criada no início da construção de Brasília, a W3 é umas das principais avenidas do Plano Piloto. A via, que corta a cidade de Norte a Sul, abrigou as primeiras lojas e já foi o ponto central da cidade porque era onde se concentrava o comércio da capital.  Mas desde o fim dos anos 1980, a via de mais de 15 quilômetros está em decadência. Agora o descaso, tanto político quanto público, tem uma chance de ser revertido por causa do projeto de revitalização da W3 e da criação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). As construções devem incentivar um maior investimento público na região, o que pode acabar atraindo novos empresários e clientes. Continuar Lendo »